João Azevêdo diz que não tem reunião com Lula e já falou tudo o que tinha de dizer ao ex-presidente

 Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta terça-feira (23), ele informou que já falou tudo o que tinha para dizer ao ex-presidente quando se encontraram em Natal, no Rio Grande do Norte.

O governador João Azevêdo disse que não tem reunião marcada com Lula para discutir as Eleições 2022. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta terça-feira (23), ele informou que já falou tudo o que tinha para dizer ao ex-presidente quando se encontraram em Natal, no Rio Grande do Norte.

"Não tenho encontro marcado com ele. O que eu tinha a dizer ao presidente Lula eu já disse. A partir daí agora a ação é do PT, e não mais minha. Eu já deixei muito claro ao presidente lá no encontro em Natal que, se houver interesse por parte do PT e por parte do presidente Lula, nosso palanque estaria à disposição. Mais do que isso eu não posso e nem tenho como fazer", declarou o governador, conforme apurou o ClickPB.

João Azevêdo disse que Lula é seu candidato a presidente da República em 2022. "A presidente da República, sim. Diante do que estamos vendo aí, mesmo com essas terceiras vias que estão se apresentando, cada vez mais fica consolidado que a gente precisa de alguém que traga esperança para esse país, alguém que possa reconstruir esse país dentro de uma lógica completamente diferente dessa: que, primeiro, que foi vendido como uma lógica de que o mercado poderia resolver tudo e se vê, claramente, que nenhuma política que Paulo Guedes implantou nesse país até hoje deu certo, se não nós não teríamos o número de desempregados que temos, a política da Petrobras é um equívoco extraordinário, com preços dos combustíveis disparados, ou seja, não há um equilíbrio econômico no país. A própria postura do presidente vai de encontro ao que eu chamo de bom senso."

Sobre Sérgio Moro, pré-candidato a presidente do Brasil pelo Podemos, o governador da Paraíba disse que o ex-juiz "negou a política, utilizou da sua estrutura enquanto juiz para interferir diretamente no processo eleitoral da Presidência da República, e que, depois que não deram certo os seus projetos, agora se volta contra o criador (Bolsonaro) que o levou para o ministério. Ou seja, realmente demonstra que está ali única e exclusivamente sendo colocado um projeto pessoal para a população brasileira."

Por ClickPB

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