Energisa Paraíba registrou 54 ocorrências envolvendo pipas na fiação elétrica e alerta para os riscos de acidentes durante o período de férias.
Soltar pipa é uma brincadeira tradicional que atravessa gerações e ganha ainda mais espaço durante o período de férias escolares. Apesar de fazer parte da infância de muitas pessoas, a prática exige atenção, principalmente quando realizada próximo à rede elétrica.
De acordo com um levantamento da Energisa Paraíba, somente no primeiro semestre de 2026 foram registradas 54 ocorrências de pipas enroscadas na rede elétrica em todo o estado. As situações afetaram o fornecimento de energia para mais de 33 mil clientes.
Segundo o gerente de Operações da Energisa Paraíba, Danillo Lelis, escolher um local seguro para brincar é fundamental para evitar acidentes e interrupções no serviço de energia.
"O ideal é soltar pipas em áreas afastadas da rede elétrica. Apesar de parecerem inofensivas, elas podem causar transtornos e acidentes ao atingir a fiação, provocando, por exemplo, a interrupção do fornecimento de energia", orienta.
Nunca tente retirar pipas da rede elétrica
A distribuidora também alerta que, em hipótese alguma, as pessoas devem tentar retirar pipas presas em fios ou postes de energia elétrica. A tentativa pode provocar choques elétricos graves e até fatais.
Caso ocorra interrupção no fornecimento de energia ou sejam identificados cabos rompidos, a orientação é entrar em contato imediatamente com a Energisa pelo telefone 0800 083 0196.
Brincadeira exige responsabilidade
Conhecida em diferentes regiões do Brasil como pipa, pandorga ou raia, a pipa é um brinquedo que voa graças à força do vento e ao controle exercido pela linha. Normalmente confeccionada com papel e estrutura leve, ela pode contar com rabiola para garantir maior estabilidade durante o voo.
Embora seja uma das brincadeiras mais populares entre crianças, adolescentes e adultos, especialistas reforçam que a diversão deve acontecer apenas em locais abertos e distantes da rede elétrica, evitando riscos à segurança da população e prejuízos ao fornecimento de energia.
Por Redação: Informativo emFoco



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