Execução do manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, é adiada no Irã após pressão de ONGs de direitos humanos.
O Irã adiou a execução do manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, que estava prevista para esta quarta-feira (14) e seria a primeira aplicação da pena de morte contra um opositor do regime desde o início da atual onda de protestos no país.
Soltani foi preso no último dia 8 na cidade de Karaj, nos arredores de Teerã. Segundo a ONG Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega, a família do manifestante havia sido informada sobre a execução, que ocorreria por enforcamento. Posteriormente, a organização Hengaw informou que a pena foi adiada e afirmou manter contato com os familiares do jovem.
De acordo com a IHR, Erfan Soltani não passou por julgamento, não teve direito à defesa e não há informações públicas sobre os crimes que teriam motivado sua condenação. O caso ocorre em meio a protestos que vêm abalando o país e tem gerado atenção de entidades internacionais de direitos humanos.





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