PSOL quer distância de conservadores e ameaça tirar apoio a Lula se houver aliança com MDB: "onde tiver MDB vamos estar do outro lado da cerca"

 Em entrevista ao Arapuan Verdade, em João Pessoa, nesta quinta-feira (24), questionado sobre o MDB, Juliano respondeu que "onde tiver o MDB nós vamos estar do outro lado da cerca".

O presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, disse que os diretórios estaduais do partido têm independência para formar alianças para as Eleições 2022. Há, no entanto, algumas condições para isso e isso inclui não se aliar a partidos bolsonaristas ou do Centrão. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, em João Pessoa, nesta quinta-feira (24), questionado sobre o MDB, Juliano respondeu que "onde tiver o MDB nós vamos estar do outro lado da cerca".

Respondendo sobre as alianças, o presidente nacional do PSOL disse que não há adesão a João Azevêdo por causa do palanque amplo do governador, que inclui alguns partidos de direita. Questionado sobre a chapa de Veneziano Vital do Rêgo, do MDB, Juliano disse que menos ainda o PSOL iria aderir.

"Menos ainda. Onde tiver o MDB nós vamos estar do outro lado da cerca. Não há nenhuma chance do PSOL estar em nenhum palanque com os golpistas do MDB, com aqueles que sustentaram o governo de Michel Temer", pontuou ao Arapuan Verdade, conforme apurou o ClickPB.

Juliano Medeiros ainda deixou um recado para Lula e o PT. "Certamente o MDB vai ter lideranças a favor do apoio a Lula. Mas se o Lula fizer uma aliança formal com o MDB, o PSOL não estará com Lula."

Por ClickPB

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