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| Foto: Agência Brasil |
A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta
de títulos públicos em leilões, pela internet (Tesouro Direto) ou pela
emissão direta. A variação pode ocorrer também pela assinatura de
contratos de empréstimo. Nesse caso, o Tesouro toma empréstimo de uma
instituição financeira ou de um banco de fomento, destinado a financiar o
desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do
endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.
A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), em circulação no
mercado nacional, teve seu estoque ampliado em 3,21%, ao passar de R$
2,830 trilhões para R$ 2,920 trilhões devido ao resgate líquido, no
valor de R$ 62,12 bilhões, compensado parcialmente pela apropriação
positiva de juros, no valor de R$ 28,59 bilhões.
Com relação ao estoque da Dívida Pública Federal externa (DPFe), houve
aumento de 0,81% sobre o estoque apurado em agosto, encerrando setembro
em R$ 126 bilhões (US$ 38,82 bilhões), sendo R$ 115,5 bilhões (US$ 35,59
bilhões) referentes à dívida mobiliária (títulos) e R$ 10,5 bilhões
(US$ 3,24 bilhões) à dívida contratual.
De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), o governo estima
que a Dívida Pública Federal, em 2016, fique entre R$ 3,1 trilhões e R$
3,3 trilhões.
Agência Brasil


