A Polícia Civil da Paraíba avalia a possibilidade de submeter a um teste de sanidade mental um homem que afirma ter matado cerca de 80 pessoas ao longo da vida. O procedimento é considerado pelos investigadores para ajudar a verificar a consistência das informações apresentadas pelo suspeito.
Jorlan Lopes da Silva, de 33 anos, é acusado de ter ligação com 16 homicídios cometidos durante um período de três meses no Vale do Mamanguape, na Paraíba.
O número de aproximadamente 80 mortes citado pelo próprio suspeito, entretanto, ainda não foi confirmado pela Polícia Civil.
Suspeito foi preso em Mulungu
Jorlan foi preso no último domingo (13), no município de Mulungu, localizado no Agreste da Paraíba.
Segundo as investigações, durante a tentativa de fuga, ele teria usado vestido, peruca, sandálias femininas, óculos escuros e unhas pintadas.
A abordagem ocorreu durante as diligências realizadas pela polícia, que investiga a participação do suspeito em homicídios registrados no estado.
Homem estava com uma criança
No momento da prisão, Jorlan também estava acompanhado de uma criança de aproximadamente dois anos de idade.
De acordo com a Polícia Civil, a criança não possui parentesco com o suspeito.
A situação envolvendo a criança também integra o contexto analisado pelas autoridades durante a investigação.
Polícia apura declarações sobre mortes
A principal questão investigada pelas autoridades é a veracidade das declarações feitas por Jorlan sobre o número de pessoas que afirma ter matado.
Embora ele tenha declarado ter cometido cerca de 80 homicídios ao longo da vida, a Polícia Civil ainda não confirmou essa informação. Até o momento, o suspeito é apontado como ligado a 16 homicídios ocorridos em um intervalo de três meses no Vale do Mamanguape.
A possibilidade de realização de um teste de sanidade mental está sendo analisada pelos investigadores justamente dentro desse processo de apuração.
O caso permanece sob investigação, e a Polícia Civil busca esclarecer as circunstâncias dos crimes e confirmar a eventual participação do suspeito nos assassinatos investigados.
Por: Informativo em Foco



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