A Justiça converteu a prisão em flagrante de Marco Furlan em preventiva. Ator segue preso enquanto a Polícia Civil investiga o caso.
O ator Marco Furlan, de 48 anos, permanecerá preso durante as investigações sobre a acusação de estupro de vulnerável. Em audiência de custódia, a Justiça converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva, mantendo o investigado à disposição das autoridades.
O caso ocorreu durante uma festa em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, e segue sob investigação da Polícia Civil. O processo tramita em sigilo por envolver uma criança.
Marco Furlan exerceu o direito de permanecer em silêncio
Segundo informações divulgadas pela colunista Fábia Oliveira, participantes da festa acionaram a polícia após encontrarem o ator sem roupas em um quarto com um menino de 5 anos.
No primeiro interrogatório, Marco Furlan afirmou que havia consumido bebida alcoólica, passou mal e entrou em um dos cômodos para descansar. Ainda de acordo com seu relato, a criança teria entrado no local e ele disse tê-la confundido com a própria namorada.
Já durante a audiência de custódia, o ator optou por exercer o direito constitucional de permanecer em silêncio.
Justiça converteu prisão em preventiva
Após analisar o caso, a Justiça entendeu que havia elementos suficientes para converter a prisão em flagrante em preventiva, mantendo Marco Furlan preso enquanto as investigações prosseguem.
A Polícia Civil continua apurando as circunstâncias da ocorrência.
Exame pericial integra investigação
A criança foi submetida a exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML).
Conforme a investigação, o laudo pericial apontou lesões compatíveis com violência sexual. O material será analisado durante o inquérito policial, juntamente com os demais elementos reunidos pelas autoridades.
Investigação segue sob sigilo
Por envolver uma criança, o caso tramita sob sigilo e novos detalhes não foram divulgados pelas autoridades.
Caso venha a ser condenado pelo crime de estupro de vulnerável, Marco Furlan poderá estar sujeito às penas previstas no Código Penal, conforme o enquadramento definido pela Justiça ao término do processo.
Por: Informativo em Foco



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