A segunda edição da Operação Mulher Segura foi encerrada com 338 prisões realizadas em todo o estado da Paraíba ao longo do mês de junho. O balanço da ação foi divulgado nesta quinta-feira (2) pela Polícia Civil da Paraíba.
A operação teve como foco o combate à violência doméstica e sexual contra mulheres, reunindo forças de segurança em ações repressivas e preventivas em diversas regiões do estado.
Mais de 300 prisões em flagrante
Segundo a Polícia Civil, do total de prisões efetuadas durante a operação, 320 foram em flagrante e outras 18 ocorreram por cumprimento de mandados de prisão contra investigados por crimes de violência doméstica e violência sexual.
A ação foi coordenada pela Coordenação das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Coordeam/PB) e contou com a participação integrada da Polícia Militar, Polícia Penal e Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba.
Operação também reforçou ações de prevenção
Além das ações policiais, a Operação Mulher Segura promoveu uma série de atividades educativas voltadas ao enfrentamento da violência de gênero e ao fortalecimento da rede de proteção às mulheres.
As equipes realizaram:
- palestras em escolas;
- orientações à população;
- distribuição de materiais informativos;
- ações em unidades prisionais;
- atividades em mercados, praças e eventos públicos.
O objetivo foi ampliar a conscientização sobre a violência contra a mulher, divulgar os canais oficiais de denúncia e informar a população sobre os serviços de atendimento às vítimas.
Polícia orienta como denunciar casos de violência
A Polícia Civil da Paraíba reforça que qualquer pessoa pode denunciar casos de violência contra a mulher, inclusive de forma anônima.
Os canais disponíveis são:
- Disque 180 – Central de Atendimento à Mulher;
- 197 – Polícia Civil da Paraíba.
Nos casos em que a agressão estiver acontecendo no momento da denúncia, a orientação é acionar imediatamente o 190, para que a Polícia Militar possa intervir rapidamente e, quando possível, realizar a prisão em flagrante do agressor.
A Polícia Civil destaca que a participação da população é fundamental para combater a violência de gênero e garantir maior proteção às mulheres em todo o estado.
Por Redação: Informativo em Foco



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