Lemon Terceirização nega participação em esquema investigado pela PF na Operação Cítrico, que apura desvios em Cabedelo.
A empresa Lemon Terceirização e Serviços Ltda., investigada pela Polícia Federal na Operação Cítrico, negou envolvimento em esquema de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e possível financiamento de facção criminosa em Cabedelo.
Em nota enviada à imprensa, a empresa afirmou que está colaborando com as investigações e que já apresentou documentos relacionados às suas atividades e contratos firmados com o município de Cabedelo.
A Lemon destacou ainda que atua desde 2009 no setor de terceirização de serviços, atendendo empresas privadas e órgãos públicos em diferentes regiões do país, e que pauta suas atividades na ética, na qualidade dos serviços e no cumprimento das normas da administração pública.
No comunicado, a empresa também informou que se colocou à disposição das autoridades antes mesmo de qualquer medida judicial, incluindo a operação de busca e apreensão relacionada ao caso.
A companhia reiterou que mantém suas atividades normalmente e disse adotar medidas para garantir a continuidade e integridade dos serviços prestados a clientes e parceiros.
Por fim, afirmou confiar nas instituições e no Poder Judiciário, destacando a expectativa de que os fatos sejam esclarecidos ao longo das investigações.
A Lemon foi citada pela Polícia Federal como uma das empresas contratadas pela Prefeitura de Cabedelo suspeitas de participar de um esquema de fraudes em licitações. Segundo as investigações, os recursos desviados após os contratos seriam direcionados a integrantes de uma facção criminosa e a agentes públicos envolvidos.
Um dos sócios da empresa, Aldecir Monteiro da Silva, está entre os investigados e teria atuado na assinatura de contratos e aditivos, segundo a apuração, para dar aparência de legalidade às contratações.



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