Operação cumpre mandados na casa do prefeito de Jacaraú durante investigação sobre a morte do vereador Peron Filho
O Ministério Público do Estado da Paraíba e a Polícia Civil da Paraíba informaram que, na manhã desta quinta-feira (12), foram cumpridos mandados de busca e apreensão no município de Jacaraú, no Litoral Norte do estado. As diligências fazem parte de uma investigação relacionada ao homicídio do vereador Peron Filho.
A operação foi executada por integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, da Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado.
Mandados contra o prefeito foram autorizados pela Justiça
As medidas cautelares foram autorizadas pelo Tribunal de Justiça da Paraíba e cumpridas nas residências do prefeito do município, Márcio Aurélio Cruz, e de um ex-gerente do Fórum da comarca.
Segundo os órgãos responsáveis pela investigação, as diligências têm como objetivo aprofundar as linhas investigativas e coletar elementos que possam contribuir para o esclarecimento das circunstâncias do crime, além de auxiliar na eventual identificação de autores e possíveis partícipes.
Todo o material apreendido durante a operação será submetido a análise técnica pelas autoridades responsáveis pelas apurações.
Investigação contra o prefeito segue em andamento
O Ministério Público e a Polícia Civil ressaltaram que se trata de uma investigação em curso, conduzida sob a supervisão do Poder Judiciário. Por esse motivo, novas informações deverão ser divulgadas apenas conforme o avanço das apurações, preservando a eficácia das investigações.
Defesa do prefeito se pronuncia
Após a deflagração da operação, a defesa do prefeito Márcio Aurélio, Alberdan Coelho, divulgou um vídeo nas redes sociais afirmando que o gestor não tem qualquer envolvimento com o crime investigado.
Segundo a defesa, o prefeito sempre se colocou à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos e colaborar com as investigações. “Bem como tem ciência que existe confissões e provas que isenta participação ou autoria do chefe executivo” ainda de acordo com os advogados, existem confissões e provas que, segundo eles, afastariam qualquer participação ou autoria do chefe do Executivo municipal no caso.
Por: ClickPB



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