O usineiro Celso de Morais Andrade Bisneto (Celsinho), filho do ex-prefeito de Itapororoca Celso Morais, é suspeito de mandar matar o empresário Tavu Gadelha.
O empresário Tavu Gadelha foi levado para uma emboscada com a falsa promessa de receber um pagamento por parte do usineiro Celso Morais Bisneto, o Celsinho. Como trouxe em primeira mão o jornalista Clilson Júnior, Celsinho está foragido. A informação sobre como ocorreu o crime foi detalhada pela Polícia Civil nesta quinta-feira (28) em entrevista à imprensa. Segundo a delegada Maria das Dores, da 5ª Delegacia Seccional de Santa Rita, o crime teve requintes de crueldade.
A vítima, Otávio, teria ido ao local do crime para encontrá-lo, posto que ele teria combinado com a vítima que iria repassar parte da dívida, porém, infelizmente, a vítima foi executada. É um crime hediondo, premeditado, com requinte de crueldade, posto que a cena é típica de execução, diversas perfurações e a vítima sequer teve uma chance de defesa”, explicou em entrevista ao JPB1, da TV Cabo Branco.
Segundo a delegada, Celsinho também está sendo investigado por participar do delito de forma mais direta, não apenas na autoria intelectual. Inicialmente, as informações são de que o crime foi cometido por um matador de aluguel.
“Após inúmeras diligências, conseguimos concluir de forma contundente que o empresário Celso de Moraes Andrade Bisneto teria sido um dos autores do crime. Tanto na questão da autoria intelectual como também há possibilidades de uma participação no delito”, disse a delegada Maria das Dores.
Empréstimos
As investigações da polícia apontaram que Otávio ‘Tavu’ Gadelha costumava emprestar dinheiro a amigos e conhecidos. Celsinho e Tavu tinham amigos em comum, passando a ser uma das pessoas a quem o empresário emprestava dinheiro.
“O Celso, ele não demonstrou nenhum tipo de insatisfação em pagar. Porém, por esta razão, a vítima foi totalmente despreocupada ao encontro dele”, explicou a delegada, em entrevista veiculada no JPB1.
Inquérito não finalizou

O inquérito do caso não terminou. Segundo o delegado Cristiano Santana, da 1ª superintendência regional da Polícia Civil, o caso segue sendo investigado com levantamentos de campo.
“O inquérito não finalizou, mas temos já um mandato de prisão preventiva e as equipes mantêm diligências, levantamento de campo que não pararam. Paralelamente a esses levantamentos de diligências dos policiais, como nos outros casos, a gente sempre divulga e pede a divulgação nas matérias do 197, que é o disque denúncia da Polícia Civil”, explicou o delegado, em entrevista a jornalista Karine Tenório, veiculada no JPB1.
Por: ClickPB






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