Com a aproximação das Eleições Gerais de 2026, o cenário político começa a ferver, mas antes das urnas, o cidadão precisa estar atento ao calendário da Justiça Eleitoral. Para esclarecer as principais dúvidas e evitar que o eleitor perca o direito de votar, o Portal Mídia conversou com o advogado Dr. Cleilson Morais, especialista em Direito Eleitoral com forte atuação no Brejo Paraibano e na capital.
Com escritórios em Guarabira e João Pessoa, Dr. Cleilson acumula a experiência de ter atuado juridicamente nas últimas cinco eleições (de 2016 a 2024). Durante o bate-papo, ele destacou que o planejamento deve começar agora para evitar as tradicionais filas e o fechamento do cadastro.
O ponto central do alerta feito pelo advogado é a data de 6 de maio de 2026. Este é o último dia para que qualquer cidadão realize operações básicas, como tirar o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral ou regularizar títulos cancelados.
“O eleitor precisa compreender que, após essa data, o cadastro se fecha rigorosamente para que a Justiça Eleitoral organize o pleito de outubro. Quem perder esse prazo fica impedido de votar e sofre sanções na vida civil”, explicou Dr. Cleilson.
Diferente do que muitos pensam, estar em dia com o título não é apenas para votar. Dr. Cleilson Morais ressaltou que a irregularidade pode travar a vida do cidadão, impedindo a emissão de passaporte, posse em cargos públicos após aprovação em concursos e até renovação de matrícula em instituições de ensino.
Durante a entrevista, o especialista reforçou as regras de obrigatoriedade:
• Obrigatório: Cidadãos alfabetizados entre 18 e 70 anos.
• Facultativo: Jovens de 16 e 17 anos, idosos acima de 70 anos e analfabetos.
Em 2026, o eleitor escolherá representantes para seis cargos. Dr. Cleilson Morais orienta que o cidadão já prepare sua “colinha” para não se confundir.
A sequência na urna será a seguinte:
1. Deputado Federal
2. Deputado Estadual ou Distrital
3. Senador (Vaga 1)
4. Senador (Vaga 2)
5. Governador
6. Presidente da República
“É uma eleição mais complexa, com dois votos para o Senado, o que exige atenção redobrada para não anular o voto por erro de digitação”, pontuou o advogado.
Para Dr. Cleilson concluiu dizendo que: “O voto é a ferramenta que define os rumos do nosso estado e do país. Não deixe para a última hora o que pode garantir sua voz no processo democrático”.





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