Influenciador e o esposo são investigados pelo Gaeco por tráfico humano e exploração sexual infantil. Caso segue em segredo de Justiça.
O caso envolvendo os influenciadores digitais Hytalo Santos e Israel Nata Vicente completa um mês nesta segunda-feira (15) e passou a ser investigado pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco-PB).
O casal foi preso em 15 de agosto, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, durante apuração que envolve acusações de tráfico humano e exploração sexual infantil, em processo que corre em segredo de Justiça. No fim de agosto, ambos foram transferidos para o presídio do Róger, em João Pessoa.
Inicialmente, a investigação estava sob responsabilidade das promotorias de Bayeux e João Pessoa, conduzidas pelos promotores Ana Maria França e João Arlindo, mas foi posteriormente assumida pelo Gaeco.
Situação atual
Até então, apenas os advogados tinham acesso ao casal. A partir deste domingo, Hytalo e Israel passaram a poder receber visitas de familiares, que antes estavam restritos apenas à entrega de suplementos.
A defesa havia solicitado que os dois fossem transferidos para a Penitenciária de Tremembé, em São Paulo, conhecida como “prisão dos famosos”, mas a Justiça negou o pedido e determinou a permanência na Paraíba, onde tramita o processo.
Histórico de denúncias
Desde 2024, Hytalo Santos já era alvo de duas denúncias do Ministério Público da Paraíba, em João Pessoa e Bayeux, além de uma apuração do Ministério Público do Trabalho.
Ele é acusado de tráfico humano e exploração sexual infantil e foi citado em um vídeo do youtuber Felipe Bressamin Pereira, o Felca, que denunciava a “adultização” de crianças nas redes sociais. O conteúdo teve ampla repercussão e levou políticos a discutir novas regras de proteção infantil no ambiente digital.



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