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2.11.23

Dia de Finados: não somos destinados a uma morte definitiva

 Para Deus, a morte não é o fim da nossa existência. O Criador quer a nossa ressurreição, quer que vivamos para sempre. E isso é uma questão de fé, de acreditar

No dia 2 de novembro, a Igreja celebra a memória dos fiéis já falecidos. É o Dia de Finados, quando muita gente vai aos cemitérios reverenciar aqueles que não estão mais entre nós.

Morte e vida

Na nossa fé, a morte do corpo é o início de uma nova vida, desta vez na Glória de Deus Pai. Fomos criados para a santidade. Podemos entender que temos uma vida só. E essa, que vivemos aqui na terra é uma preparação para a vida no céu. 

Jesus nos ensinou que não somos destinados a uma morte definitiva, mas sim a uma vida definitiva, eterna. Para alcançar essa graça, contamos com a misericórdia de Deus. 

Mesmo assim, a morte não deixa de ser real, cheia de enigmas e também dolorosa, afinal não é fácil despedir daqueles que amamos. Mas, para Deus, a morte não é o fim da nossa existência. O Criador quer a nossa ressurreição, quer que vivamos para sempre. E isso é uma questão de fé, de acreditar. 

Bíblia

As sagradas escrituras nos mostram essa realidade. No livro de Ezequiel está escrito: “Por isso, dirigi-lhe o seguinte oráculo: Eis o que diz o Senhor Javé: Ó meu povo, vou abrir os vossos túmulos. Eu vos farei sair deles para vos transportar à terra de Israel (Ez 37, 12). 

E nos Evangelhos encontramos três passagens nas quais Jesus ressuscita pessoas que haviam morrido: o filho da viúva de Naim (Lucas 7, 11-17), a filha de Jairo (Marcos 5, 21-43) e Lázaro (João 11, 1-45). 

O próprio Cristo venceu a morte e ressuscitou ao terceiro dia (João 20, 1-18). E antes de sua morte, Ele ainda prometeu a vida eterna ao ladrão que, crucificado ao seu lado, se arrependeu de seus pecados (Lucas 23, 39-43). 

Não somente no dia de finados, mas em todos os dias é importante rezar por aqueles que já morreram. E o Catecismo da Igreja Católica nos ensina que “nossa oração por eles pode não somente ajudá-los, mas também tornar eficaz sua intercessão por nós” (958). 

Por: Alateia

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