A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) foi multada em R$
291 mil pela Secretaria de Meio Ambiente (Semam) da prefeitura de João
Pessoa por suposto crime ambiental. A autuação aconteceu nesta
segunda-feira (6) e foi motivada por um vazamento de esgotos entre as
ruas Rua Índio Arabutan e Rua Juiz Amaro Bezerra, no Cabo Branco.
Fiscais do órgão atribuem à companhia a responsabilidade pela poluição
na orla da capital. O Ministério Público Federal (MPF) tem cobrado do
Estado e da Prefeitura uma solução para o caso.
Em dezembro do ano passado, o MPF promoveu reunião com o chefe da Divisão de Fiscalização da Secretaria do Meio Ambiente de João Pessoa (Semam), Allison Cavalcanti de Araújo, e o então presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Marcus Vinícius Fernandes Neves, para tratar da poluição lançada no mar em praias de João Pessoa, a ponto de se afetar a balneabilidade de trechos do Bessa, além de Manaíra, Tambaú e Cabo Branco. As três praias “visitam” constantemente a relação das impróprias para o banho.
Pelas imagens divulgadas pela prefeitura, o esgoto escorria de um poço de visitas pertencente à rede coletora de esgotos da Cagepa e seguia para uma galeria pluvial. De lá, segundo os fiscais, o destino inevitável é o despejo na praia. O blog entrou em contato com a companhia e foi informado de que o vazamento foi detectado às 14h e o problema resolvido até as 16h. O transtorno ocorreu por causa do lançamento de uma pedra na rede coletora. O órgão prometeu se pronunciar de forma mais ampla sobre o assunto ainda na manhã desta terça.
Jornal da Paraíba
Em dezembro do ano passado, o MPF promoveu reunião com o chefe da Divisão de Fiscalização da Secretaria do Meio Ambiente de João Pessoa (Semam), Allison Cavalcanti de Araújo, e o então presidente da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Marcus Vinícius Fernandes Neves, para tratar da poluição lançada no mar em praias de João Pessoa, a ponto de se afetar a balneabilidade de trechos do Bessa, além de Manaíra, Tambaú e Cabo Branco. As três praias “visitam” constantemente a relação das impróprias para o banho.
Pelas imagens divulgadas pela prefeitura, o esgoto escorria de um poço de visitas pertencente à rede coletora de esgotos da Cagepa e seguia para uma galeria pluvial. De lá, segundo os fiscais, o destino inevitável é o despejo na praia. O blog entrou em contato com a companhia e foi informado de que o vazamento foi detectado às 14h e o problema resolvido até as 16h. O transtorno ocorreu por causa do lançamento de uma pedra na rede coletora. O órgão prometeu se pronunciar de forma mais ampla sobre o assunto ainda na manhã desta terça.
Jornal da Paraíba


