Lúcio Funaro está preso com Complexo da Papuda, em Brasília, desde julho do ano passado
De acordo com a coluna Grande Angular, do portal Metrópoles, o doleiro se reuniu duas vezes com os procuradores da República nas duas últimas semanas. Ele vem negociando os termos de uma delação, que ainda depende do interesse do Ministério Público Federal (MPF) e de homologação da Justiça.
Entre os nomes que estariam envolvidos numa possível delação de Funaro, estão o presidente da República, Michel Temer; o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha; o secretário executivo do Programa de Parcerias de Investimentos, Moreira Franco; e o ex-ministro Geddel Vieira Lima; além do empresário Ricardo Leal, do conselho de administração do Banco de Brasília (BRB).
Recentemente, Funaro foi transferido para cela de isolamento após ser flagrado com produtos proibidos no presídio. O fato teria contribuído ainda mais com sua vontade de delatar, a fim de encurtar o tempo na prisão.
A assessoria de comunicação da Procuradoria-Geral da República informou, não entanto, que o órgão não comenta “eventuais acordos de colaboração premiada não homologados pelo Judiciário ou sob sigilo”.
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