O tucano Antonio Imbassahy (na foto ao lado de Temer), que assumiu a Secretaria de Governo, vai conversar com Temer antes de tomar a decisão
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| Beto Barata/PR |
O ministro Antonio Imbassahy (PSDB), que assumiu a Secretaria de Governo, admitiu neste domingo (5) ao blog da jornalista Andréia Sadi que pode manter na pasta, responsável pela articulação política, os auxiliares de confiança do ex-ministro Geddel Vieira Lima.
"Estou avaliando. Tudo que eu for resolver discutirei antes com o presidente. O critério é: se for técnico, vai ficar. Estou tomando pé, passei o final de semana analisando a estrutura do ministério", afirmou Imbassahy, segundo o G1.
A demissão dos auxiliares de Geddel começou a ser defendida pelos tucanos logo quando Geddel entrou na mira da Polícia Federal. O motivo era a ligação deles com os peemedebistas investigados. O partido de Temer, no entanto, quer mantê-los.
Segundo Sadi, os assessores são Ivany dos Santos, influente do PMDB na Câmara, e Carlos Henrique Sobral, que foi assessor especial de Cunha.
"Eles são muito queridos no PMDB", admitiu Imbassahy.
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