Após PSOL entrar com ação no STF, Cabo Gilberto, Nilvan e Eliza Virgínia rebatem e dizem que partido "não tem força e quer aparecer"

 As declarações foram dadas ao programa Arapuan Verdade, nesta sexta-feira (13), um dia após o partido acionar o ministro Alexandre de Morais pedindo a prisão do deputado estadual Walber Virgolino e do deputado Federal Cabo Gilberto, além do ex-candidato ao governo Nilvan Ferreira, a suplente de deputado Pâmela Bório e a vereadora de João Pessoa Eliza Virgínia.

Após o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) entrar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado federal Cabo Gilberto, o apresentador Nilvan Ferreira e a vereadora Eliza Virgínia rebateram a atitude e disseram que partido se aproveita da situação para "querer aparecer". 

"Mentem descaradamente, não tem força nenhuma, nem conseguem ter vereador, nem deputado. O Psol quer aparecer. Hoje vivemos em ume estado de exceção com governador afastado sem o devido ordenamento, além de outros políticos e ministros. Não existe mais ordenamento jurídico nesse país", disse Cabo Gilberto.

"Eu não quero perder meu tempo com o Psol, pois todos sabem a conduta desse partido que defendem aborto, ditadura, ideologia de gênero, entre outros. São radicais mais que o próprio PT. O advogado que elaborou essa petição precisa volta a faculdade de direito e perguntar ao professor o que é nexo causal, é algo que veio como uma forma do PSOL ganhar mídia e divulgação. Sei do meu papel nesse momento", criticou Nilvan Ferreira como acompanhou o ClickPB

As declarações foram dadas ao programa Arapuan Verdade, nesta sexta-feira (13), um dia após o partido acionar o ministro Alexandre de Morais pedindo a prisão do deputado estadual Walber Virgolino e do deputado Federal Cabo Gilberto, além do ex-candidato ao governo Nilvan Ferreira, a suplente de deputado Pâmela Bório e a vereadora de João Pessoa Eliza Virgínia.

A vereadora disse que a atitude do PSOL representaria uma 'perseguição política' e revelou que irá prestar um Boletim de Ocorrência. "Representa perseguição política. Me sinto constrangida em relação a representação feita pelo PSol, não é a primeira, nem a segunda vez. O Tácio vem me perseguindo não é de agora e tenho medo pelo risco de vida também. Vou abrir um boletim de ocorrência como forma de defesa. Sou uma conversadora contra qualquer tipo de agressão física, a depredação do patrimônio público, a invasão de propriedade privada que a esquerda é a favor"

O partido usa como argumento publicações feitas nas redes sociais dos bolsonaristas paraibanos apoiando os ataques terroristas realizados em Brasília no último domingo, (08). O PSOL também pede que seja determinada a imediata suspensão dos perfis nas redes sociais dos representados, apontados como autores do crime de incitação, previsto no art. 286, do Código Penal.

Em novembro do ano passado, o Partido já tinha protocolado uma notícia-crime no Ministério Público Federal da Paraíba pedindo que fossem desfeitos os acampamentos golpistas em Campina Grande e em João Pessoa e que fossem identificados os responsáveis pelos atos antidemocráticos no Estado da Paraíba.

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