Advogado de paraibanos presos após vandalismo em Brasília diz que pedidos de Habeas Corpus serão feitos até sexta-feira

 O Supremo vai decidir em todos os casos quem segue preso e quem pode ser liberado mediante colocação de tornozeleira eletrônica e outras restrições

Cerca de 60 pessoas tiveram liberdade provisória concedida, mas com aplicação de medidas cautelares, como cancelamento do passaporte e saída do estado, entre outras restrições, em decisão proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Morais, nesta quarta-feira (18). 

Conforme apurou o ClickPB, em contato com o advogado, João Alberto, que faz a defesa de alguns paraibanos, junto com outros 12 advogados, "até o momento, dos 19 paraibanos que permanecem presos, não se sabe se algum foi beneficiado com a decisão de liberdade provisória", disse. 

Ele explicou ainda que os pedidos de Habeas Corpus serão impetrados até a próxima sexta-feira (20). "Pessoas com câncer em grau elevado permanecem presos, depressão, cardiopatias, entre outras comorbidades poderão ser beneficiadas com o HC. Iremos protocolar os Habeas Corpus até sexta-feira. Cada um será analisado de acordo com a particularidade de cada um", explicou.

Todos seguem sendo investigados após participação na invasão e atos de vandalismo nas sedes da Câmara Federal, Senado e STF, no último dia 08 de janeiro, em Brasília. Ao todo, foram realizadas 1.459 audiências de custódias com as pessoas presas nos atos na capital do país. 140 prisões em flagrantes foram convertidas para prisões preventivas, com o objetivo de "garantir a efetividade das investigações".

O Supremo vai decidir em todos os casos quem segue preso e quem pode ser liberado mediante colocação de tornozeleira eletrônica e outras restrições

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