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Patrimônio da União declara antigo lixão como área de interesse público e dá aval para Parque Socioambiental

 O espaço às margens do rio Sanhauá, constituído de terrenos de mangue e usado irregularmente como depósito de lixo por mais de 40 anos, foi declarado “de interesse do serviço público".

A Superintendência do Patrimônio da União publicou portaria (SPU/ME Nº 6.556, 07/2022), no Diário Oficial da União (DOU), que permite à Prefeitura de João Pessoa recuperar a área de 309 mil metros quadrados do antigo lixão do Roger. O espaço às margens do rio Sanhauá, constituído de terrenos de mangue e usado irregularmente como depósito de lixo por mais de 40 anos, foi declarado “de interesse do serviço público, para fins de execução de Projeto de Recuperação Ambiental, previsto no âmbito do Programa João Pessoa Sustentável”.

Esse é um passo importante para a Prefeitura transformar o antigo lixão em um Parque Socioambiental, pois permite a destinação de recursos do Programa para a execução das obras de recuperação, beneficiando toda a população da cidade histórica que atrai muitos turistas para sua região central.

Estiveram envolvidas nessa conquista a Unidade Executora do Programa João Pessoa Sustentável (UEP), as Secretarias de Meio Ambiente (Semam) e de Gestão Governamental (Seggov), e a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

Diagnóstico — Em junho passado, estudos da região demonstraram viabilidade para as intervenções de recuperação. O diagnóstico foi iniciado em dezembro de 2021 e contou com expertise do pernambucano José Fernando Jucá, engenheiro civil especialista em aterro sanitário.

“Fizemos o estudo de metais pesados (ferro, manganês, alumínio, cromo e zinco) no solo e na água, além da coleta de sedimentos. Pegamos a lama do rio, levamos para o laboratório para análise e não deu nada que inviabilize a implantação do Parque. Isso é uma coisa extraordinária”, assegurou.


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