Caso Júlia relembra tragédia com Rebeca Cristina, que teve padrasto condenado por estupro e homicídio após estudante ser morta em João Pessoa

 O crime contra Rebeca aconteceu, em 2011, na volta para casa após a estudante ter tido aulas no Colégio da Polícia Militar, em Mangabeira.

A morte de Júlia, de 12 anos, relembrou à Paraíba a tragédia envolvendo Rebeca Cristina, de 15 anos, que teve o padrasto condenado por estupro e homicídio qualificado, em 2019. O crime contra Rebeca aconteceu, em 2011, na volta para casa após a estudante ter tido aulas no Colégio da Polícia Militar, em Mangabeira.

O corpo, que pode ser o de Júlia e vai passar por exames para confirmação, foi encontrado nesta terça-feira (12) após o padrasto, Francisco Lopes, confessar que matou a menina e escondeu o corpo em um 'cacimbão' próximo da casa da família, em Gramame, João Pessoa. O homem negou que tenha cometido abuso sexual contra a enteada e disse à Polícia Civil que a assassinou com receio de que ela fizesse algum mal por ciúmes da gravidez da mãe.

Pela relação de padrastos e enteadas, muitas pessoas relembraram a morte de Rebeca Cristina nesta terça-feira após a descoberta do envolvimento do padrasto de Júlia na morte dela. No caso de Francisco Lopes, ele confessou ter assassinado Júlia. Já o cabo Edvaldo foi condenado com base em provas coletadas e levadas ao processo na Justiça, mas continuou negando a autoria. O motivo do assassinato, segundo investigações, inclui a descoberta de um mencionado relacionamento extraconjugal do cabo Edvaldo com outro homem, enquanto ele estava casado com a mãe de Rebeca.

O corpo de Rebeca foi encontrado em uma mata em Jacarapé, em João Pessoa. O de Júlia também estava em uma vegetação, mergulhado em um 'cacimbão'.

Além das semelhanças entre os casos de Júlia e de Rebeca, há também lembrança a outras mortes de meninas em João Pessoa, como a de Fernanda Ellen, que desapareceu e foi encontrada morta no quintal da casa de um vizinho, o qual alegou ter matado para pegar o celular dela e vender para comprar drogas. Há também o caso de Anielle Teixeira, que foi encontrada morta no dia 8 de setembro de 2021, em uma mata no Miramar, na Capital. O suspeito, amigo da família, a atraiu enquanto todos dormiam em um quiosque na orla, e a levou a essa mata em Miramar, onde a matou. Ele nega ter estuprado a menina.

Por ClickPB

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