Brasil completa sete dias com média de mortes abaixo de 200

 O país registrou 147 mortes por Covid e 28.324 casos da doença, nesta sexta-feira (8).

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — O Brasil completou sete dias seguidos com média móvel de mortes abaixo de 200 por dia. A média de casos continua acima de 20 mil por dia.

O país registrou 147 mortes por Covid e 28.324 casos da doença, nesta sexta-feira (8).

As médias móveis de mortes e casos continua em queda em relação aos dados de duas semanas atrás. A média de óbitos agora é de 160 por dia, redução de 33%, e a de infecções é de 21.444, queda de 30%.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Em relação à vacinação, o Brasil registrou 589.151 doses de vacinas contra Covid-19 nesta sexta. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 36.545 primeiras doses e 110.750 segundas doses. Também foram registradas 4.045 doses únicas e 437.811 doses de reforço.

A Bahia registrou primeiras e segundas doses negativas, respectivamente -5.615 e -8.775.

O consórcio de veículos de imprensa recentemente atualizou os números de população brasileira usados para calcular o percentual de pessoas vacinadas no país. Agora, os dados usados são a projeção do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para 2022. Todos os números passam a ser calculados de acordo com esses valores, inclusive os do ano passado. Por isso, os percentuais de pessoas vacinadas podem apresentar alguma divergência em relação aos números publicados anteriormente.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (PL), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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