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Nonato revela que João Azevêdo tem convites de 9 legendas e que aconselha governador a deixar Cidadania em caso de federação

 Na manhã desta quinta-feira (27) o governador recebeu representantes do PCdoB e do REDE Sustentatibilidade, conforme revelou Nonato Bandeira.

O governador João Azevêdo segue sendo um quadro bem desejado pelas legendas na Paraíba, tendo em vista a possibilidade de deixar o Cidadania em caso de formalização de federação nacional do partido com o PSDB. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM, nesta quinta-feira (27), o secretário de Comunicação do Estado Nonato Bandeira revelou que João Azevêdo já conta com até 9 convites para filiação.

Nonato ainda destacou que a decisão é única e exclusiva do governador João Azevêdo. O secretário explicou ainda que para embasar sua decisão, o governador "ouve os secretários, os presidentes de partidos, o presidente da assembleia, os movimentos sociais".

Ainda segundo Nonato, conforme acompanhou o ClickPB, João Azevêdo "não quer deixar o Cidadania, mas se for obrigado por mudanças políticas e mudanças ideológicas, poderá mudar". Do ponto de vista de Nonato, o governador analisa bastante a situação para tomar uma decisão definitiva e que seja boa para ele e para sua base política.

Na manhã desta quinta-feira (27) o governador recebeu representantes do PCdoB e do REDE Sustentatibilidade, conforme revelou Nonato Bandeira. As legendas fizeram questão de aproveitar a reunião para reforçar os convites para que o governador considere a filiação. Além destes partidos, Nonato também destacou o convite do PSD, feito pelo presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab e "corroborado por Eva Gouvêia, honrando a memória de Rômulo Gouvêia".

Nonato Bandeira antecipou ainda que "se fizer uma federação com o PSDB, o meu voto e meu singelo conselho é deixar o Cidadania", segundo acompanhou o ClickPB. 

O secretário de Comunicação destacou que João Azevêdo tem recebido diversos agentes políticos em paralelo à sua agenda de inaugurações e de visitas a investimentos. "A partir daí ele vai ver quem soma mais, quem agrega mais, quem pode ajudar mais o governo. A geopolítica também tem que ser considerada. Mas antes de ouvir todos os setores, ele não vai tomar decisão", ressaltou.

Por ClickPB

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