Ômicron: Geraldo Medeiros defende vacinação de crianças e destaca mortes na África do Sul e 800 internados por dia nos Estados Unidos com variante

 "Na África do Sul tivemos 15 crianças que morreram e quase 400 internadas em UTI. Com disseminação intensa, temos que vacinar crianças até os 11 anos de idade, sim", disse secretário.

O secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, defendeu a vacinação de crianças contra a Covid-19. Em entrevista ao programa Arapuan Verdade nesta quarta-feira (29), o médico destacou que a África do Sul teve 15 mortes de crianças em 21 dias por causa da Ômicron e os Estados Unidos têm registrado 800 internações diárias, em média, com a transmissão dessa nova variante do coronavírus.

Primeiramente, o secretário destacou como a vacinação dá robustez à defesa contra o coronavírus. "Temos hoje 93% da população adulta acima de 18 anos com a primeira dose e 87% com segunda dose. É um avanço que ocorreu no segundo semestre que traz uma robustez na defesa da população. Nós estamos na eminente chegada da variante Ômicron. Temos mais de 100 casos no país, principalmente São Paulo, Minas Gerais e Goiás."

Ainda segundo Geraldo Medeiros, "a partir da chegada da Ômicron, há uma tendência de alta propagação. A Ômicron tem 70 vezes mais propagação do que a variante Delta."

Ele destaca o risco com a Ômicron para aquelas pessoas "que não se vacinaram, e as crianças, se não se vacinarem. Por isso que há manifestação da Secretaria Estadual de Saúde de vacinar rapidamente essas crianças. Vemos a situação nos Estados Unidos, Reino Unido, Espanha. Os Estados Unidos com média de 800 internamentos de crianças por dia. A África do Sul, num espaço curto de 21 dias, tivemos 15 crianças que morreram e quase 400 internadas em UTI. Com uma disseminação intensa, temos que vacinar nossas crianças até os 11 anos de idade, sim. Não há porquê se realizar consulta pública, não há porquê exigir prescrição médica", pontuou o secretário, conforme apurou o ClickPB.

Por ClickPB

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