Ministro da CGU afirma que não houve superfaturamento na compra da Covaxin porque não teve pagamento

 "Eu afirmo ao senhor que não houve superfaturamento no contrato", disse o ministro da CGU, Wagner Rosário.

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) — Em depoimento à CPI da Covid, o ministro da CGU (Controladoria Geral da União), Wagner Rosário, afirmou nesta terça-feira (21) que não houve "superfaturamento" na compra da vacina indiana Covaxin, porque não se chegou à fase de pagamento.

"Superfaturamento é um ato que acontece após o pagamento e o desembolso financeiro acima do valor de mercado. Esse caso não teve a contratação efetivamente e por óbvio não houve pagamento. Então, assim, eu afirmo ao senhor que não houve superfaturamento no contrato", afirmou.

O ministro ainda leu trecho de relatório da CGU, que recomendou a suspensão do contrato e não seu cancelamento, no qual se afirma que o preço cobrado do Ministério da Saúde, no contrato intermediado pela Precisa Medicamentos, é inferior ao cobrado pela indiana Bharat Biotech no mercado internacional.

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) rebateu a declaração, afirmando que documentos da própria CGU mostra que o sobrepreço era uma preocupação dos auditores da Controladoria.

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