Sancel
17.2.21

Paraíba não deverá enfrentar problemas de desabastecimento de oxigênio como no Amazonas, aponta documento

 De acordo com as informações da empresa, atualmente 65% da capacidade instalada de produção de oxigênio está ocupada.

O Estado da Paraíba não deverá enfrentar problemas de desabastecimento de oxigênio como no Amazonas. É o que  aponta um documento da empresa responsável pela distribuição de gás para as unidades de saúde do Estado que foi encaminhado ao ClickPB pelo secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros. O relatório foi repassado após solicitação da Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB) sobre o quadro da produção de oxigênio no Estado.

De acordo com as informações da empresa, atualmente 65% da capacidade instalada de produção de oxigênio está ocupada. Esse percentual equivale a soma de oxigênio medicinal e industrial. No entanto, dos 65%, 73% é destinada às unidades de saúde e 27% à indústria. Já sobre a capacidade de nitrogênio, informou que que está ocupada em 40%, referente a soma soma de nitrogênio medicinal e industrial.  

O ar medicinal, a empresa repassou, como o ClickPB teve acesso, é composto por 79% de nitrogênio e 21% de oxigênio. Os números fazem parte das três usinas criogênicas da empresa White Martins. Frisou ainda que a produção é nacional e não dedicada a cada estado. 

A empresa informou ainda que a "Paraíba não enfrenta os problemas logísticos do Amazonas sendo este último atendido apenas fluvial e aéreo". No entanto, pede que os gestores públicos mantenham "o monitoramento constante da demanda, sinalizando formalmente e de imediato qualquer incremento, real ou potencial de volume de gás". 

Confira o documento:

Por ClickPB


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