Denúncias de proprietários estão sendo investigadas pelo Ministério Público Estadual; policiais de outros estados teriam ameaçado seguranças desses estabelecimentos
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| Presidente do Sindicato, Graco parente (imagem divulgação) |
Durante uma audiência no Ministério Público da Paraíba, ocorrida nessa terça-feira (25), na Capital, o presidente do Sindicato, Graco Terceiro Neto Parente, denunciou a ação de dois agentes penitenciários de Pernambuco. Segundo Parente, eles agrediram seguranças de um bar localizado no Bessa, após terem sido impedidos de ingressar no local, forçando a entrada com apoio de policiais paraibanos, muito embora o bar estivesse com a sua capacidade total esgotada.
O curador do Consumidor, Glauberto Bezerra, notificou o proprietário do estabelecimento comercial para a apresentação dos nomes dos seguranças agredidos pelos agentes penitenciários pernambucanos. Também encaminhou ofício ao secretário de Segurança do Estado para o conhecimento e providências, agendando, de imediato, uma nova audiência para tratamento de ações que previnam ocorrências desse tipo que possam pôr em risco a vida, saúde e segurança do consumidor.
De acordo com o curador, o relato dos empresários durante a audiência no Ministério Público, “induz ao entendimento de que os comportamentos descritos constituem infração administrativa, que repercutem diretamente na segurança dos consumidores presentes no ambiente”.
Segurança
Graco Parente afirmou que não é, “sequer minimamente”, aceitável que policiais ou quaisquer outros agentes de segurança, “sob o frágil argumento de que exercem suas atividades em tempo integral, possam, ilegalmente, amedrontar empresários e seus colaboradores, além de colocar consumidores em risco”.
O empresário enfatizou que todo o segmento tem respeito às forças policiais e compreende que não é justo ou legal que, “pelas atitudes de alguns, toda a briosa polícia, independentemente da farda, tenha sua imagem manchada”. Por outro lado, disse Graco, “é também inadmissível que agentes de segurança, ilegal e deliberadamente, coloquem as vidas dos consumidores em risco ou, outrossim, tentem se impor pela força, valendo-se do respeito nutrido pelos cidadãos de bem”.
Reprod:Portal Correio




