“Infiltrado na Cozinha” retorna ao GNT e ao Globoplay com Paola Carosella, Fabão e Luana Zucoloto em novos episódios e desafios.
Uma nova temporada de “Infiltrado na Cozinha” estreia nesta quarta-feira (16), às 21h45, no GNT e no Globoplay. Após a experiência da primeira edição, Paola Carosella, Fabão e Luana Zucoloto retornam ao programa com uma missão que promete ficar ainda mais difícil: descobrir quem, entre os participantes, não é realmente cozinheiro.
O trio afirma que aprendeu com os acontecimentos da primeira temporada e chega aos novos episódios mais preparado e desconfiado. A principal lição, segundo os jurados, é que uma mentira convincente pode ser construída a partir de informações verdadeiras.
"Eles estão vindo estudando o programa", afirmou Fabão. Segundo o jurado, alguns participantes já conhecem as preferências dos integrantes do programa e podem utilizar essas informações para tentar desviar a atenção durante a investigação.
Para ele, a nova temporada "dobrou a aposta", com mais reviravoltas e momentos destinados ao entretenimento.
"Tem mais plot twist, tem mais entretenimento, tem aquele momento que você não dá nada e, de repente, vira tudo de ponta-cabeça. Essa temporada está pegando fogo", disse.
Nova temporada terá oito episódios
A segunda temporada contará com oito novos episódios, exibidos às quartas e sextas-feiras.
A dinâmica principal permanece: os participantes precisam cozinhar enquanto tentam esconder suas verdadeiras identidades. Entre eles, há cozinheiros e atores, mas apenas parte do grupo possui experiência profissional na cozinha.
Para ajudar na investigação, o programa ganhou novos recursos. Uma das novidades é uma sala de interrogatório, onde os jurados poderão fazer perguntas diretamente a um participante.
As dicas da chamada Esfinge também continuam fazendo parte da dinâmica.
"A Esfinge se pronuncia e traz uma dica que às vezes ajuda, às vezes confunde", explicou Luana Zucoloto. "Já ajudou, assim como já atrapalhou."
Verdades podem esconder a mentira
Descobrir quem é o infiltrado não depende somente da capacidade culinária dos participantes. Segundo Fabão, um dos grandes desafios está justamente nas histórias apresentadas durante o programa.
"Boa parte das informações que a gente recebe é verdadeira. Uma boa mentira é composta de várias verdades", explicou.
Assim, uma pessoa pode realmente ser de determinada cidade, ter estudado uma área específica e conhecer detalhes verdadeiros sobre sua trajetória. A informação falsa pode estar justamente em um ponto mais difícil de ser comprovado.
A habilidade na cozinha também não é suficiente para resolver o mistério. Alguns atores podem cozinhar bem, enquanto profissionais da gastronomia podem ter um desempenho abaixo do esperado em determinada prova.
O comportamento dos participantes e até questões emocionais também entram no jogo.
A primeira temporada deixou algumas lições para os jurados, que perceberam que aparência e comportamento não são necessariamente indicadores confiáveis. Entre as lembranças está a de um padre que conseguiu enganar os participantes da investigação.
Paola Carosella explica por que programa vai além da culinária
Apesar de a cozinha ser o centro das provas, Paola Carosella afirma que não considera "Infiltrado na Cozinha" apenas um reality culinário.
Conhecida pelo trabalho como jurada do "MasterChef", a chef explica que sua função no novo programa é diferente daquela desempenhada anteriormente.
"É completamente diferente. A culinária é um dos pilares, mas não é um programa só de culinária", afirmou.
Segundo Paola, o reality não tem como objetivo ensinar receitas ou apresentar grandes revelações gastronômicas. A cozinha serve como parte da narrativa de humor e mistério.
"A narrativa e a trama são a cozinha, mas é um programa de humor e mistério", acrescentou.
Paola diz que aparece de forma diferente no reality
A primeira temporada também permitiu que o público conhecesse um lado mais descontraído de Paola.
A chef explica que sua maneira de agir pode mudar de acordo com o ambiente profissional, sem que isso signifique interpretar uma personagem.
"Cada coisa que eu faço tem seus limites. Dentro do meu restaurante eu sou de uma maneira, no meu canal do YouTube eu posso ser de outra. Todas são verdadeiras", afirmou.
Ela também rejeita a ideia de que exista uma única versão de sua personalidade.
"Eu sou uma mulher complexa, gosto de fazer muitas coisas e não sou necessariamente uma só. Não sou uma personagem e gosto de poder ser eu mesma aqui."
Segundo Paola, o "MasterChef" tinha uma dinâmica mais direcionada, enquanto "Infiltrado na Cozinha" permite explorar outras características de sua atuação diante das câmeras.
Jurados chegam mais preparados para a investigação
A primeira temporada serviu como aprendizado para toda a equipe. A partir da reação do público e da experiência adquirida nos episódios iniciais, o programa passou a contar com novos mecanismos para aumentar as possibilidades de investigação e reviravoltas.
Além da sala de interrogatório e das dicas da Esfinge, a própria interação entre os jurados passou por mudanças.
"Agora o nosso entrosamento, as câmeras, a pesquisa de quem busca os talentos e os perfis, tudo está muito mais esperto", afirmou Paola.
Prêmios podem chegar a R$ 20 mil
Além de tentar descobrir o infiltrado, os participantes também disputam uma premiação em dinheiro.
O autor da melhor receita receberá R$ 10 mil. Já o participante que conseguir esconder sua verdadeira identidade também poderá conquistar R$ 10 mil.
Existe ainda a possibilidade de acumular os dois valores. Para isso, o participante precisa agradar ao paladar dos jurados e, ao mesmo tempo, conseguir escapar da investigação.
Dessa forma, o prêmio máximo da temporada pode chegar a R$ 20 mil, mantendo o equilíbrio entre habilidade culinária, estratégia e capacidade de enganar os investigadores.
Por: Informativo em Foco



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